da série poemas ordinários

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Vincent Van Gogh, Windmill On Montmartre, 1886

para fazer o poema é preciso focar no poema

para entender o poema é preciso ficar no poema

para ser o poema é preciso fincar no poema

 

o signo

o sentido

o eu

sempre tudo em quarentena

 

depois abandonar o mundo de lado

libertar o trago na fumaça

queimado no álcool do cigarro

tornar lembrança toda esperança

 

pois que uma morte nobre sempre nos consome

o sono é a vida de um dia que foi apenas nome

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